
Um ferreiro tinha um cãozinho que era o grande favorito de seu mestre e seu companheiro constante. Enquanto o ferreiro martelava seus metais, o cão dormia tranquilamente. No entanto, quando era hora de o mestre jantar, o cão acordava e abanava o rabo, como se pedisse uma parte da refeição.
Um dia, fingindo estar zangado e balançando seu bastão para o cão, o mestre exclamou: "Seu preguiçoso miserável! O que vou fazer com você? Enquanto eu estou martelando na bigorna, você dorme no tapete. No entanto, quando eu começo a comer após meu trabalho, você acorda e abana o rabo por comida. Você não sabe que o trabalho é a fonte de toda bênção e que só aqueles que trabalham têm direito a comer?"
O cão, olhando para seu mestre com olhos inocentes, parecia refletir sobre essas palavras, percebendo que, embora pudesse desfrutar dos confortos da companhia, também precisava entender o valor do trabalho árduo e do esforço.
A moral da história é que é preciso trabalhar e contribuir para merecer as recompensas e os benefícios dos seus esforços.
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Amanhã à noite: A Raposa e o Grou.