
Um mago estava sentado no movimentado mercado, compartilhando seu dom de previsão com os passantes. Ele ouvia atentamente enquanto as pessoas buscavam ansiosamente sua orientação, cada uma esperando vislumbrar seu futuro. De repente, um indivíduo angustiado correu até ele, claramente em estado de pânico.
"Mago! Por favor, me ajude!" exclamou a pessoa, sem fôlego. "As portas da minha casa foram arrombadas, e todos os meus pertences estão sendo roubados!"
O mago suspirou profundamente, percebendo a urgência da situação. Sem hesitar por um momento, ele se apressou, correndo o mais rápido que suas pernas podiam levá-lo.
Enquanto ele corria pelo mercado, um vizinho o observava com uma mistura de diversão e descrença. "Oh! Você aí!" chamou o vizinho. "Você afirma prever a sorte dos outros. Como é que não previu sua própria desgraça?"
O mago, pego na ironia do momento, só pôde refletir sobre a verdade por trás das palavras do vizinho enquanto corria para salvar o que podia.
A moral da história é que não se deve negligenciar o próprio bem-estar ao se concentrar nos problemas dos outros.
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Amanhã à noite: A Raposa e o Grou.